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Quebrou a tela do seu notebook?

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Quebrou a tela do seu notebook?
A imagem está com defeito?
Tem pontos (pixel) queimados?
Está com manchas na imagem?
A imagem está avermelhada ou azulada?
Tem riscos preto ou coloridos na imagem?
Quando movimenta a tela, a imagem pisca?

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Seu projetor queimou? Aparece sombra na imagem?

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Seu projetor queimou?
Está com pontos brancos na imagem?
A imagem está chuviscada?
As cores estão alteradas?
Aparece sombra na imagem?
Fica ligado por alguns minutos e desliga sozinho?
Linhas coloridas riscam a imagem?

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A dobradiça quebrou do seu notebook?

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A dobradiça quebrou do seu notebook?
Está com folga?
Quando abre e fecha a tela, o gabinete está abrindo?
O gabinete do notebook está quebrado?

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30 anos de Windows: veja a evolução visual do sistema operacional

Em 20 de novembro de 1985, a ainda minúscula Microsoft apresentava ao mundo o Windows 1.0, um sistema operacional que sucedia o MS-DOS. Nem mesmo os mais ambiciosos funcionários da empresa deviam imaginar a proporção que o produto tomou, já que ele se transformou em um dos serviços mais utilizados do mundo na área de computação.

Para celebrar os 30 anos da plataforma, o The Verge fez uma galeria visual com a evolução gráfica do Windows, mostrando quais eram as preocupações e principais inovações de cada versão. Pelas ilustrações, acompanhamos não só as mudanças da Microsoft, mas também em toda a indústria.

É curioso notar que, antes do “jurássico” Windows 1.0, tudo era feito a partir de comandos de texto. Será que você conseguiria viver assim hoje em dia?

 

Windows 1.0 (1985)

Windows 1.0

Windows 1.0

Entre tantas outras novidades, essa versão apresentou uma interface gráfica para o usuário. Além disso, havia suporte ao mouse e apps importantes que viraram tradicionais de qualquer computador.

 

Windows 2.0 (1987)

Windows 2.0

Windows 2.0

Não são tantas as mudanças, já que o hardware pouco evoluiu. Porém, apps como Word e Excel ganharam suas primeiras edições.

 

Windows 3.0 (1990)

Windows 3.0

Windows 3.0

A partir daqui, as versões passam a ser a primeira edição de muita gente. Esse Windows já tinha uma interface bem menos “quadrada” e técnica, com um visual mais limpo para acessar pastas e programas. Na versão 3.1, que chegou em seguida, estreava o frustrante e divertido jogo “Campo minado”.

 

Windows NT 3.5 (1994)

Windows NT 3.5

Windows NT 3.5

A Microsoft desde cedo começava a se voltar não só para o consumidor doméstico, mas para empresas. Funções de segurança e compartilhamento de arquivos, essenciais para corporações, viraram possibilidades. Note também a maior diferenciação de cores e a evolução no desenho dos ícones.

 

Windows 95 (1995)

Windows 95

Windows 95

Esse clássico foi uma das atualizações mais importantes de todas. A arquitetura passou a ser 32 bits, certos padrões visuais que duraram anos foram adotados aí e o Menu Iniciar foi implementado. Em uma atualização posterior, nasceu também o Internet Explorer.

 

Windows 98

Windows 98

Windows 98

Adotando a estratégia do “em time que está ganhando não se mexe”, a Microsoft focou bastante em suporte e desempenho para essa versão. Várias novidades também focaram no acesso à internet e em programas de rede como Active Desktop, Outlook Express, Frontpage Express e Microsoft Chat.

 

Windows ME – Millenium Edition (2000)

Windows ME - Millenium Edition

Windows ME – Millenium Edition

Esse Windows foi um dos grandes fracassos da companhia. O visual era pouco desenvolvido e o sistema tinha bugs e instabilidades. Surgiram programas como o Movie Maker, enquanto o Windows Media Player ganhou uma nova versão.

 

Windows 2000 (2000)

Windows 2000

Windows 2000

Cuidado para não se confundir. Esse Windows era voltado para servidores e clientes de corporações. Baseado no Windows NT, ele contava com novas funções de segurança de arquivos, cache em DLL e outras novidades mais técnicas.

 

Windows XP (2001)

Windows XP

Windows XP

Passou só um ano, mas parece que foram vários. O Windows Xp tinha um design mais curvo e menos achatado, apostando mais em cores vivas e serviços intuitivos. Ele combinou funções tanto caseiras quanto para negócios, justamente para se popularizar entre ambos os segmentos.

 

Windows Vista (2007)

Windows Vista

Windows Vista

O Vista foi importante em vários sentidos: ele apresentou a interface gráfica Aero e novas ferramentas de segurança. Porém, ele foi mal recebido pelo consumidor e só rodava realmente bem em máquinas mais novas e potentes. O controle de contas surgiu trazendo personalizações, mas o seu uso e configuração foram criticados.

 

Windows 7 (2009)

Windows 7

Windows 7

O Windows 7 tirou a imagem ruim do Vista e virou uma das versões mais populares entre todas. A interface de usuário aproveitou o sistema de contas e aprimorou os gráficos em geral.

 

Windows 8 (2012)

Windows 8

Windows 8

A inteface Metro mudou radicalmente o visual do sistema operacional e teve recepção mista, especialmente pelos mais tradicionais que não o usariam em um tablet. O Menu Iniciar virou a Tela Iniciar com os ícones se transformando em “tiles”. A loja de aplicativos e novos serviços oficiais da Microsoft davam padrão ao um visual da empresa.

 

Windows 10 (2015)

Windows 10

Windows 10

O Menu Iniciar voltou, combinado com as tiles da versão anterior. O Internet Explorer virou o Microsoft Edge, a Cortana está acoplada no sistema e há bastante integração com o Xbox One. Há ainda a possibilidade de usar múltiplos desktops. A experiência é bem dividida entre tablets e PCs.

 

Fonte: Tecmundo – 23/12/2015

Feliz Natal e Próspero Ano Novo – Equipe Design Works Informática.

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Empresas podem estar diminuindo a vida útil de produtos de propósito; entenda a prática

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SÃO PAULO – Já precisou trocar peças de um eletrônico que foram impossíveis de encontrar? Ou mesmo trocar um produto em poucos meses de uso porque ele simplesmente deixou de cumprir sua função? É possível que não tenha sido um defeito, mas sim a intenção da fabricante de que você precisasse comprar um novo rapidamente.O nome técnico usado por especialistas é obsolescência programada, e a descrição do conceito é a “redução deliberada e voluntária do tempo de vida de um produto pra que seja efetivada uma compra prematura”, explica a advogada Maria Helena Bragaglia, advogada do escritório Demarest Advogados, que se especializou no assunto.De acordo com ela, a obsolescência pode se apresentar em diferentes formatos, como rápida perda da funcionalidade do produto; alto custo de manutenção e reparação, ou mesmo impossibilidade disso; incompatibilidade de sistema operacional, entre outros, e em alguns países, como a França, já existe legislação específica para que o consumidor consiga lidar com este problema.

“A simples colocação de produtos mais modernos no mercado não afeta nesse sentido. A fabricante pode passar a vender uma nova tecnologia – o que é preciso notar, neste sentido, é se na data do lançamento do produto anterior, a tecnologia do novo já não era conhecida pela marca. E também há o tempo de vida, que muitas vezes acaba antes do que deveria”, destrincha Maria Helena. No Brasil, a legislação não especifica este tipo de prática, cada vez mais comum em produtos eletrônicos, por exemplo. “Se você atesta que a vida útil foi reduzida, não por uma falha, mas porque o fabricante interferiu nisso, estamos falando de obsolescência programada”.

O exemplo da advogada foi uma lâmpada. “Na França, existe uma legislação que especifica, por exemplo, que uma determinada lâmpada precisa acender um número de vezes. Se ela acende menos do que isso, é possível entrar com uma reclamação específica dessa prática”, explica. Mas isso não significa que estejamos de mãos atadas por aqui.

O que fazer?

Apesar de não haver a legislação que especifique a diminuição da vida útil de um produto no Brasil, existem outras formas de o consumidor prejudicado pela má fé da fabricante obter ajuda na justiça, por reclamações previstas no Código de Defesa do Consumidor – online neste link.

“No capítulo IV do código, está previsto que um produto deve ter uma durabilidade razoável a partir da compra. Se o consumidor perceber que sempre comprou um determinado produto, mas ele começou a apresentar uma durabilidade muito menor, ele pode levar isso à justiça. Inicialmente ele questiona como defeito, mas eventualmente pode atentar ao julgador p que ele identifique que houve alguma interferência para que esse produto tivesse durabilidade diminuta”, exemplifica a advogada. “O código também é claro quando especifica que as peças de reposição de cada produto durável devem permanecer um tempo razoável no mercado”.

Segundo ela, as ações coletivas poderiam fortalecer a questão. “Caso mais de um consumidor perceba esta falha, as ações coletivas ganham relevo neste sentido, por provarem que esse fornecedor, de maneira consciente, dolosa, diminuiu o tempo de vida do produto. O dolo é um ponto importante neste caso”, complementa. Ela acredita que, caso a legislação especificasse a obsolescência, as ações de consumidores contra esta prática teriam maior relevância.

Projetos de lei

O caminho está sendo traçado. Em 2013, a deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), apresentou o PL 5367, que buscava obrigar o fornecedor de produtos a prestar informação ao consumidor sobre o tempo de vida útil de bens de consumo duráveis e dá outras providências. “Este projeto engloba um aspecto da obsolescência programada”, explica a advogada. De acordo com o portal da Câmara, o projeto de lei está, atualmente, arquivado.

Neste ano, foi apresentado outro projeto que poderia ajudar a traçar o caminho de especificar a obsolescência programada. Trata-se do PL 32, que “acrescenta dispositivo à Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, para obrigar a padronização de interface para carregadores de telefones celulares”, de acordo com o texto. O responsável é Sergio Vidigal (PDT-ES). Isso teoricamente impediria que fabricantes usassem deste item em específico para fazer cobranças abusivas e diminuir o tempo de vida útil dos smartphones.

 

Fonte: Infomoney – 22/12/2015

Cientistas podem ter encontrado megaestrutura alienígena

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São Paulo – Em uma estrela muito, muito distante da Terra (mais precisamente a 1.480 anos-luz), “caçadores de planetas” podem ter descoberto uma estrutura alienígena no espaço. Essa história poderia até parecer um roteiro da trilogia Star Wars, se não fosse real.

O telescópio espacial Kepler da Nasa localizou em 2009 uma estrela entre as constelações de Cisne e Lira da Via Láctea, a KIC 8462852. Ela era estudada como qualquer outra das 150 mil estrelas encontradas pelos pesquisadores do “Caçadores de Planetas” – programa que examinou os padrões de luz emitidos por astros.

No entanto, em 2011, os cientistas perceberam que o padrão de luz da KIC 8462852 estava irregular. Ele sugere que um grupo complexo de objetos está orbitando a estrela. Geralmente, esses artefatos indicam a formações de um novo planeta. Mas no caso do KIC 8462852, essa afirmação é incorreta, já que a estrela é muito antiga.

“Nós nunca tínhamos visto nada como esta estrela. Foi muito estranho”, disse Tabetha Boyajian, astrônoma na Universidade de Yale, à revista Atlantic. “Achamos que os dados pudessem estar incorretos, mas tudo checava.”

Intrigados pela descoberta, os astrônomos publicaram um estudo com algumas hipóteses sobre o mistério. Uma delas diz que uma nuvem de cometas foi puxada para dentro da órbita por uma estrela de migração. Segundo a teoria, enquanto os cometas se quebram na órbita da estrela, o padrão de luz pode se tornar irregular.

Contudo, há outra hipótese, bem mais interessante. Jason Wright, um astrônomo da Universidade Penn State, sugeriu que o padrão de luz da estrela é consistente como um enxame de megaestruturas. Para ele, a tecnologia da estrutura está coletando energia do astro.

“Quando [Boyajian] me mostrou os dados, eu fiquei fascinada por essa ideia maluca”, Wright disse à Atlantic. “Alienígenas devem sempre ser a última hipótese a se considerar. Mas isso parecia ser algo que se espera que uma civilização alienígena construa.”

Como comprovar?

Para comprovar sua teoria, Boyajian e Wright querem apontar uma antena de rádio em direção à estrela. Com isso, os cientistas querem descobrir se ela emite ondas de rádio em frequências associadas com atividades tecnológicas.

“Se nós ouvirmos emissões de rádio provenientes dessa estrela, eu não posso imaginar qualquer outra explicação”, conta Wright, em entrevista ao site Popular Science.

Se a KIC 8462852 estiver emitindo as frequências, os pesquisadores pretendem utilizar o telescópio Very Large Array, localizado no Novo México (EUA), para explorar ainda mais a estrela. Caso Boyajian e Wright estejam corretos, a primeira observação terá início em janeiro.

Os cientistas podem até não descobrir uma megaestrutura alienígena. Porém, eles podem revelar algo que pode ser tão fascinante quanto ETs tentando roubar energia de uma estrela.

 

Fonte: InfoExame – 26/10/2015