30 anos de Windows: veja a evolução visual do sistema operacional

Em 20 de novembro de 1985, a ainda minúscula Microsoft apresentava ao mundo o Windows 1.0, um sistema operacional que sucedia o MS-DOS. Nem mesmo os mais ambiciosos funcionários da empresa deviam imaginar a proporção que o produto tomou, já que ele se transformou em um dos serviços mais utilizados do mundo na área de computação.

Para celebrar os 30 anos da plataforma, o The Verge fez uma galeria visual com a evolução gráfica do Windows, mostrando quais eram as preocupações e principais inovações de cada versão. Pelas ilustrações, acompanhamos não só as mudanças da Microsoft, mas também em toda a indústria.

É curioso notar que, antes do “jurássico” Windows 1.0, tudo era feito a partir de comandos de texto. Será que você conseguiria viver assim hoje em dia?

 

Windows 1.0 (1985)

Windows 1.0

Windows 1.0

Entre tantas outras novidades, essa versão apresentou uma interface gráfica para o usuário. Além disso, havia suporte ao mouse e apps importantes que viraram tradicionais de qualquer computador.

 

Windows 2.0 (1987)

Windows 2.0

Windows 2.0

Não são tantas as mudanças, já que o hardware pouco evoluiu. Porém, apps como Word e Excel ganharam suas primeiras edições.

 

Windows 3.0 (1990)

Windows 3.0

Windows 3.0

A partir daqui, as versões passam a ser a primeira edição de muita gente. Esse Windows já tinha uma interface bem menos “quadrada” e técnica, com um visual mais limpo para acessar pastas e programas. Na versão 3.1, que chegou em seguida, estreava o frustrante e divertido jogo “Campo minado”.

 

Windows NT 3.5 (1994)

Windows NT 3.5

Windows NT 3.5

A Microsoft desde cedo começava a se voltar não só para o consumidor doméstico, mas para empresas. Funções de segurança e compartilhamento de arquivos, essenciais para corporações, viraram possibilidades. Note também a maior diferenciação de cores e a evolução no desenho dos ícones.

 

Windows 95 (1995)

Windows 95

Windows 95

Esse clássico foi uma das atualizações mais importantes de todas. A arquitetura passou a ser 32 bits, certos padrões visuais que duraram anos foram adotados aí e o Menu Iniciar foi implementado. Em uma atualização posterior, nasceu também o Internet Explorer.

 

Windows 98

Windows 98

Windows 98

Adotando a estratégia do “em time que está ganhando não se mexe”, a Microsoft focou bastante em suporte e desempenho para essa versão. Várias novidades também focaram no acesso à internet e em programas de rede como Active Desktop, Outlook Express, Frontpage Express e Microsoft Chat.

 

Windows ME – Millenium Edition (2000)

Windows ME - Millenium Edition

Windows ME – Millenium Edition

Esse Windows foi um dos grandes fracassos da companhia. O visual era pouco desenvolvido e o sistema tinha bugs e instabilidades. Surgiram programas como o Movie Maker, enquanto o Windows Media Player ganhou uma nova versão.

 

Windows 2000 (2000)

Windows 2000

Windows 2000

Cuidado para não se confundir. Esse Windows era voltado para servidores e clientes de corporações. Baseado no Windows NT, ele contava com novas funções de segurança de arquivos, cache em DLL e outras novidades mais técnicas.

 

Windows XP (2001)

Windows XP

Windows XP

Passou só um ano, mas parece que foram vários. O Windows Xp tinha um design mais curvo e menos achatado, apostando mais em cores vivas e serviços intuitivos. Ele combinou funções tanto caseiras quanto para negócios, justamente para se popularizar entre ambos os segmentos.

 

Windows Vista (2007)

Windows Vista

Windows Vista

O Vista foi importante em vários sentidos: ele apresentou a interface gráfica Aero e novas ferramentas de segurança. Porém, ele foi mal recebido pelo consumidor e só rodava realmente bem em máquinas mais novas e potentes. O controle de contas surgiu trazendo personalizações, mas o seu uso e configuração foram criticados.

 

Windows 7 (2009)

Windows 7

Windows 7

O Windows 7 tirou a imagem ruim do Vista e virou uma das versões mais populares entre todas. A interface de usuário aproveitou o sistema de contas e aprimorou os gráficos em geral.

 

Windows 8 (2012)

Windows 8

Windows 8

A inteface Metro mudou radicalmente o visual do sistema operacional e teve recepção mista, especialmente pelos mais tradicionais que não o usariam em um tablet. O Menu Iniciar virou a Tela Iniciar com os ícones se transformando em “tiles”. A loja de aplicativos e novos serviços oficiais da Microsoft davam padrão ao um visual da empresa.

 

Windows 10 (2015)

Windows 10

Windows 10

O Menu Iniciar voltou, combinado com as tiles da versão anterior. O Internet Explorer virou o Microsoft Edge, a Cortana está acoplada no sistema e há bastante integração com o Xbox One. Há ainda a possibilidade de usar múltiplos desktops. A experiência é bem dividida entre tablets e PCs.

 

Fonte: Tecmundo – 23/12/2015

Feliz Natal e Próspero Ano Novo – Equipe Design Works Informática.

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Empresas podem estar diminuindo a vida útil de produtos de propósito; entenda a prática

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SÃO PAULO – Já precisou trocar peças de um eletrônico que foram impossíveis de encontrar? Ou mesmo trocar um produto em poucos meses de uso porque ele simplesmente deixou de cumprir sua função? É possível que não tenha sido um defeito, mas sim a intenção da fabricante de que você precisasse comprar um novo rapidamente.O nome técnico usado por especialistas é obsolescência programada, e a descrição do conceito é a “redução deliberada e voluntária do tempo de vida de um produto pra que seja efetivada uma compra prematura”, explica a advogada Maria Helena Bragaglia, advogada do escritório Demarest Advogados, que se especializou no assunto.De acordo com ela, a obsolescência pode se apresentar em diferentes formatos, como rápida perda da funcionalidade do produto; alto custo de manutenção e reparação, ou mesmo impossibilidade disso; incompatibilidade de sistema operacional, entre outros, e em alguns países, como a França, já existe legislação específica para que o consumidor consiga lidar com este problema.

“A simples colocação de produtos mais modernos no mercado não afeta nesse sentido. A fabricante pode passar a vender uma nova tecnologia – o que é preciso notar, neste sentido, é se na data do lançamento do produto anterior, a tecnologia do novo já não era conhecida pela marca. E também há o tempo de vida, que muitas vezes acaba antes do que deveria”, destrincha Maria Helena. No Brasil, a legislação não especifica este tipo de prática, cada vez mais comum em produtos eletrônicos, por exemplo. “Se você atesta que a vida útil foi reduzida, não por uma falha, mas porque o fabricante interferiu nisso, estamos falando de obsolescência programada”.

O exemplo da advogada foi uma lâmpada. “Na França, existe uma legislação que especifica, por exemplo, que uma determinada lâmpada precisa acender um número de vezes. Se ela acende menos do que isso, é possível entrar com uma reclamação específica dessa prática”, explica. Mas isso não significa que estejamos de mãos atadas por aqui.

O que fazer?

Apesar de não haver a legislação que especifique a diminuição da vida útil de um produto no Brasil, existem outras formas de o consumidor prejudicado pela má fé da fabricante obter ajuda na justiça, por reclamações previstas no Código de Defesa do Consumidor – online neste link.

“No capítulo IV do código, está previsto que um produto deve ter uma durabilidade razoável a partir da compra. Se o consumidor perceber que sempre comprou um determinado produto, mas ele começou a apresentar uma durabilidade muito menor, ele pode levar isso à justiça. Inicialmente ele questiona como defeito, mas eventualmente pode atentar ao julgador p que ele identifique que houve alguma interferência para que esse produto tivesse durabilidade diminuta”, exemplifica a advogada. “O código também é claro quando especifica que as peças de reposição de cada produto durável devem permanecer um tempo razoável no mercado”.

Segundo ela, as ações coletivas poderiam fortalecer a questão. “Caso mais de um consumidor perceba esta falha, as ações coletivas ganham relevo neste sentido, por provarem que esse fornecedor, de maneira consciente, dolosa, diminuiu o tempo de vida do produto. O dolo é um ponto importante neste caso”, complementa. Ela acredita que, caso a legislação especificasse a obsolescência, as ações de consumidores contra esta prática teriam maior relevância.

Projetos de lei

O caminho está sendo traçado. Em 2013, a deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), apresentou o PL 5367, que buscava obrigar o fornecedor de produtos a prestar informação ao consumidor sobre o tempo de vida útil de bens de consumo duráveis e dá outras providências. “Este projeto engloba um aspecto da obsolescência programada”, explica a advogada. De acordo com o portal da Câmara, o projeto de lei está, atualmente, arquivado.

Neste ano, foi apresentado outro projeto que poderia ajudar a traçar o caminho de especificar a obsolescência programada. Trata-se do PL 32, que “acrescenta dispositivo à Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, para obrigar a padronização de interface para carregadores de telefones celulares”, de acordo com o texto. O responsável é Sergio Vidigal (PDT-ES). Isso teoricamente impediria que fabricantes usassem deste item em específico para fazer cobranças abusivas e diminuir o tempo de vida útil dos smartphones.

 

Fonte: Infomoney – 22/12/2015

Cientistas podem ter encontrado megaestrutura alienígena

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São Paulo – Em uma estrela muito, muito distante da Terra (mais precisamente a 1.480 anos-luz), “caçadores de planetas” podem ter descoberto uma estrutura alienígena no espaço. Essa história poderia até parecer um roteiro da trilogia Star Wars, se não fosse real.

O telescópio espacial Kepler da Nasa localizou em 2009 uma estrela entre as constelações de Cisne e Lira da Via Láctea, a KIC 8462852. Ela era estudada como qualquer outra das 150 mil estrelas encontradas pelos pesquisadores do “Caçadores de Planetas” – programa que examinou os padrões de luz emitidos por astros.

No entanto, em 2011, os cientistas perceberam que o padrão de luz da KIC 8462852 estava irregular. Ele sugere que um grupo complexo de objetos está orbitando a estrela. Geralmente, esses artefatos indicam a formações de um novo planeta. Mas no caso do KIC 8462852, essa afirmação é incorreta, já que a estrela é muito antiga.

“Nós nunca tínhamos visto nada como esta estrela. Foi muito estranho”, disse Tabetha Boyajian, astrônoma na Universidade de Yale, à revista Atlantic. “Achamos que os dados pudessem estar incorretos, mas tudo checava.”

Intrigados pela descoberta, os astrônomos publicaram um estudo com algumas hipóteses sobre o mistério. Uma delas diz que uma nuvem de cometas foi puxada para dentro da órbita por uma estrela de migração. Segundo a teoria, enquanto os cometas se quebram na órbita da estrela, o padrão de luz pode se tornar irregular.

Contudo, há outra hipótese, bem mais interessante. Jason Wright, um astrônomo da Universidade Penn State, sugeriu que o padrão de luz da estrela é consistente como um enxame de megaestruturas. Para ele, a tecnologia da estrutura está coletando energia do astro.

“Quando [Boyajian] me mostrou os dados, eu fiquei fascinada por essa ideia maluca”, Wright disse à Atlantic. “Alienígenas devem sempre ser a última hipótese a se considerar. Mas isso parecia ser algo que se espera que uma civilização alienígena construa.”

Como comprovar?

Para comprovar sua teoria, Boyajian e Wright querem apontar uma antena de rádio em direção à estrela. Com isso, os cientistas querem descobrir se ela emite ondas de rádio em frequências associadas com atividades tecnológicas.

“Se nós ouvirmos emissões de rádio provenientes dessa estrela, eu não posso imaginar qualquer outra explicação”, conta Wright, em entrevista ao site Popular Science.

Se a KIC 8462852 estiver emitindo as frequências, os pesquisadores pretendem utilizar o telescópio Very Large Array, localizado no Novo México (EUA), para explorar ainda mais a estrela. Caso Boyajian e Wright estejam corretos, a primeira observação terá início em janeiro.

Os cientistas podem até não descobrir uma megaestrutura alienígena. Porém, eles podem revelar algo que pode ser tão fascinante quanto ETs tentando roubar energia de uma estrela.

 

Fonte: InfoExame – 26/10/2015

Conheça Ada Lovelace, a 1ª programadora da história

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Esta terça-feira, 13 de outubro, é internacionalmente reconhecida como “Ada Lovelace Day”. Mas quem foi esta mulher? Todos devem sua existência no mundo a uma mãe. No mundo da tecnologia, não é diferente. Hoje em dia o mercado é amplamente dominado pelo sexo masculino, com algumas exceções, como Marissa Meyer, no Yahoo, e Meg Whitman, na HP. No entanto, nem sempre foi assim. Uma das personagens mais importantes da história da tecnologia era do sexo feminino.

Ada Lovelace, que dá ao nome ao dia comemorativo celebrado nesta data, é reconhecida internacionalmente como a primeira programadora da história.

Augusta Ada King, nascida em 1815 com o nome Augusta Ada Byron, conhecida como Condessa de Lovelace ajudou o colega, Charles Baggage, no desenvolvimento da primeira máquina de cálculo, além de ser responsável pelo algoritmo que poderia ser usado para calcular funções matemáticas. O trabalho de Ada Lovelace permitiria que a máquina calculasse os números de Bernouilli.

Entre 1842 e 1843, ela criou notas sobre a máquina analítica de Babbage, que foram republicadas mais de cem anos depois. A máquina foi reconhecida como primeiro modelo de computador e as anotações da condessa como o primeiro algoritmo especificamente criado para ser implementado em um computador.

A máquina de Charles Babbage (acima) recebeu o primeiro algoritmo da história, escrito por Ada

A máquina de Charles Babbage (acima) recebeu o primeiro algoritmo da história, escrito por Ada

Única filha legítima do famoso escritor Lord Byron com sua esposa Anne Isabella Byron, Ada teve criação científica desde cedo. Isso porque sua mãe, era uma estudiosa de matemática e desde cedo influenciou sua filha no mesmo caminho, com o objetivo de não deixá-la trilhar a rota “insana” de seu pai na poesia.
Isso porque seu pai não foi exatamente um exemplo. Um mês após o nascimento de Ada, ele deixou sua mãe e, depois de quatro meses, acabou abandonando a Inglaterra para sempre. Ele morreu quando a garota tinha apenas 8 anos. O sobrenome Byron acabou dando lugar ao “King” nos registros após o casamento com o William King-Noel, barão que acabou se tornando o Conde de Lovelace. A partir deste momento, Ada passou a receber o tratamento Condessa de Lovelace.

Lovelace morreu em 1852 de câncer no útero. A máquina que ela ajudou a criar não foi construída durante o tempo de vida da condessa. No entanto, em 1982, uma linguagem de programação estruturada ganhou o nome “Ada” como referência a uma das personagens mais representativas da história da tecnologia.

O dia que celebra o seu legado é celebrado anualmente na segunda terça-feira de outubro. O “Ada Lovelace Day” tem como objetivo lembrar os feitos do sexo feminino nas ciências, tecnologia, engenharia e matemática, assim como encorajar que mais mulheres sigam este caminho.

 

Fonte: OlharDigital – 13/10/2015

Skype passa por instabilidade e fica fora do ar

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O serviço de comunicação online Skype está instável nesta segunda-feira (21). Segundo a empresa, um problema impede que alguns usuários –não só brasileiros, mas do mundo todo– tivessem acesso às contas ou visualizassem as mensagens. Os primeiros problemas com o Skype começaram em torno das 5h20 (horário de Brasília). Por volta das 12h20, a Microsoft informou que teria encontrado “erro” e que já teria iniciado o processo de reconexão e restauração do serviço. Segundo a empresa, a questão não afetou usuários corporativos do Skype.

Mais cedo, em sua conta no Twitter, a empresa alertou: “Estamos trabalhando para corrigir um problema que está impedindo a autenticação de alguns usuários no Skype. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente”.

Usuários de diversos países relataram no Twitter que não conseguiam mudar o status, fazer chamadas ou mesmo iniciar o programa.

 

Fonte: UOL – 21/09/2015

 

É bom usar dois programas de antivírus em um computador?

Aqueles usuários que estão realmente dispostos a proteger seus sistemas e dados das últimas ameaças freqüentemente chegam a uma conclusão: a segurança pode ser reforçada por meio da instalação de dois/três/cinco antivírus produzidos por diferentes fornecedores. Afinal de contas, “Quatro olhos vêem melhor do que dois”, já dizia o ditado. Será que de fato isto gera mais segurança?

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Vou ser curto e grosso: Não! E não é apenas uma questão sobre a concorrência no mercado de antivírus. Várias soluções de antivírus instaladas em um PC funcionarão de forma incorreta por questões puramente técnicas, inclusive se foram criados pela mesma empresa.

Em primeiro lugar, vários antivírus atuando simultaneamente significa inevitavelmente conflitos nos recursos do sistema. O que vai acontecer é que cada um vai procurar ganhar controle sobre uma longa lista de operações: estabelecer conexão de rede, gravação de arquivos, etc. Por outro lado, as consequências podem variar: o sistema pode se tornar muito lento e inoperante ou, inclusive, até mesmo derrubar ambos, o que é bem ruim.

Em vários momentos, eu costumava ver um monte de usuários reclamando de que seu “sistema estava muito lento”. Tradicionalmente, eles alegam que a raiz de todos os males é o nosso produto. Ao examinar o problema em detalhes, descobrimos que tinham instalado vários antivírus de praticamente todos os grandes players do mercado. Para solucionar esse problema, o usuário deve escolher apenas uma solução e se livrar de todo o resto.

Assim mesmo, há casos frequentes de um antivírus detectar arquivos dos concorrentes como infectados. Não é feito de propósito; tudo se resume ao fato de que qualquer AV realiza uma série de atividades “suspeitas” (do ponto de vista dos outros), como controlar outras aplicações. Na verdade, os arquivos do antivírus são seguros e todos os desenvolvedores tentam evitar falsos positivos, mas às vezes as listas de permissões não estão suficientemente completas.

Os produtos da Kaspersky Lab também não são funcionais com antivírus de terceiros. No caso do Kaspersky Internet Security, existe uma lista de aplicativos que não são compatíveis com nosso produto. Como você pode ver na lista, todas as outras soluções dos fornecedores e outros produtos da Kaspersky e plug-ins.

A lista de soluções incompatíveis é dividida em duas partes. Os programas da primeira parte são facilmente eliminados pelo Kaspersky Lab Installer. Para evitar os problemas acima mencionados, recomendo que você aceite a desinstalação dos software incompatíveis com o KIS.

A segunda parte da lista apresenta os produtos que não podem ser instalados automaticamente. Se a instalação do KIS não foi completada com êxito, inclusive logo depois do instalador do Kaspersky Lab ter removido os software em conflito, então verifique se qualquer um dos programas da segunda parte da lista estão instalados no seu sistema. Caso os resultados de busca apresente esses programas, você deve desinstalá-los.

Antes de instalar um novo antivírus, exclua o anterior, com a ajuda de seu próprio utilitário de desinstalação.

No entanto, pode ocorrer que a eliminação de um programa incompatível não possa realizar através dos métodos tradicionais. Nesses casos, cada empresa de antivírus oferece um utilitário de desinstalação do próprio produto. Nos casos em que você sabe que antivírus foi previamente instalado no seu PC, tente baixar o utilitário de desinstalação do site oficial do fornecedor e executá-lo. Para sua conveniência, nós temos listados os utilitários de desinstalação de todos os grandes produtores.

Preste atenção ao seguinte exemplo: um usuário, por algum motivo, chegam à conclusão de que seu PC está infectado. Freqüentemente, em tais circunstâncias, um usuário tende a cometer um grande erro ao instalar versões free/experimentais de várias soluções de segurança para gerenciar a ameaça. Como resultado, o PC fica mais lento devido a vários antivírus que trabalham simultaneamente, enquanto o malware suspeito ainda está foragido. Nesse caso, só a restauração do sistema pode devolver a vida ao computador. Daí a conclusão: nunca faça isso!

“Mas o que eu devo fazer?”, é a pergunta que você deve estar fazendo. Como prioridade, recomendaria que reinicie o sistema no modo de segurança e execute uma varredura completa com o antivírus instalado inicialmente no seu PC. Se você tem certeza que o vírus se esconde no mais profundo de seu sistema, é a forma correta de proceder. Se a verificação completa não encontrou nada, antes que você comece a instalar dez antivírus, recomendamos que você entre em contato com a equipe do suporte técnico da empresa que produziu o seu. Tenho certeza de que irão oferecer o caminho mais seguro para resolver o problema. Isto pode ser um paradoxo, mas na maioria dos casos, a máquina nem sequer estava infectada.

Se voltamos ao provérbio que eu mencionei acima: “Um antivírus é bom, mas dois é ruim”

No entanto, há uma notável exceção a esta regra de ouro. Para aqueles que realmente querem verificar a eficiência do seu antivírus comparando com outro, a Kaspersky Lab oferece uma solução gratuita: Kaspersky Security Scan.

Este aplicativo foi elaborado de forma que permite que ele não interfira nas operações dos outros antivírus e não consuma os recursos do sistema durante a análise. Claro, se você tiver o Kaspersky Anti-Virus ou o Kaspersky Internet Security instalado, não há necessidade de usar o KSS.

 

Fonte: KasperkyLAB 26/08/2015

Propagandas com malware triplicam em um ano

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De acordo com um relatório publicado pela empresa de segurança digital Cyphort, a incidência de propagandas digitais infectadas por arquivos maliciosos triplicou entre junho de 2014 e fevereiro de 2015.

Os arquivos nocivos contemplados pelo estudo são chamados de “malvertising” (mistura de “malware” com “advertising ” [propaganda]). Eles ocorrem quando pequenos programas maliciosos são alimentados a grandes redes de distribuição de publicidade digital, tais como a Doubleclick, do Google.

Quando esses programas maliciosos infectam as redes, usuários que visualizam as propagandas infectadas acabam baixando-os para seus computadores. Os ataques desse tipo comumente infectam computadores explorando falhas do Adobe Flash e ocorrem assim que a publicidade é carregada.

Para media a incidência de “malvertising”, a Cyphort acessou os 100 mil domínios mais acessados segundo a Alexa e contando quantos deles apresentavam propagandas infectadas durante a visita. Como cada usuário que acesse os domínios verá propagandas diferentes, a amostragem é aleatória. No entanto, há uma clara tendência de crescimento no número de propagandas infectadas:

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O número de propagandas infectadas servidas pelos sites saltou de cerca de 125 em junho de 2014 para mais de 400 em fevereiro de 2015. Embora apenas 407 domínios dentre os 100 mil estudados serviram propagandas infectadas, o crescimento rápido e o fato de que grandes redes de propaganda como a do Google e a do Yahoo! foram infectadas tornam a tendência preocupante.

Segundo a Cyphort, o problema central são as vulnerabilidades de softwares como o Flash, que permitem que as redes de distribuição de publicidade sejam afetadas. Programas como o AdBlock, que bloqueiam o recebimento de publicidade nos computadores do usuário, podem oferecer apenas uma solução de curto prazo.

 

Fonte: OlharDigital – 25/08/2015

Pela primeira vez, astronautas irão comer verduras cultivadas no espaço

Os tripulantes a bordo da Estação Espacial Internacional terão um prato muito especial no jantar desta segunda-feira (10): alface vermelha. Pode ser que você coma isso todos os dias no almoço, mas essa será a primeira vez que astronautas irão comer verduras cultivadas no espaço.

Segundo a Nasa, as alfaces vermelhas do cardápio desta segunda foram plantadas pelo astronauta Scott Kelly em 8 de julho e colhidas um mês depois. Mas o experimento é bem mais complexo do que plantar algumas sementes e comê-las após elas crescerem. Como não existe terra na Estação Espacial, os astronautas precisam usar um sistema de agricultura artificial, chamado Veggie.

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A tecnologia usa “travesseiros” pré-fabricados de sementes, colocados sob luzes vermelhas e azuis emitidas por lâmpadas LED. O sistema produz vegetais desde 2014, mas as plantas precisaram ser trazidas de volta à Terra para serem analisadas. A Nasa precisava ter certeza de que os vegetais poderiam ser ingeridos, já que o ambiente da Estação poderia transferir resíduos contaminantes para as plantas.

Agora que a Nasa autorizou o consumo das verduras, os astronautas precisam apenas limpar os vegetais com um líquido especial, que retira eventuais impurezas do alimento. Ainda assim, os tripulantes da Estação Espacial precisam guardar metade do que está no prato para análise em terra.

Além de servir como fonte de nutrientes para longas viagens, as plantações espaciais também podem trazer benefícios para a saúde mental dos astronautas. A Nasa afirma estar monitorando os efeitos desse novo tipo de alimentação no organismo dos tripulantes da Estação Espacial, como preparação para a futura missão até Marte da agência espacial americana.

Fonte: Info Exame – 10/08/2015

Windows 10 está pronto para o lançamento

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O Windows 10 está pronto. A Microsoft optou por selecionar a build 10240 para ser a RTM. Para quem não está familiarizado com siglas de software, a expressão significa “release to manufacture”, que, indica que o sistema está pronto para ser liberado para as fabricantes de computadores instalarem em seus novos produtos.

Para referência, atualmente quem está testando o Windows 10 Insider Preview conhece apenas até build 10166, lançada na semana passada. Será interessante ver se alguns dos bugs graves que o Olhar Digital enfrentou (você pode conferir neste link) já estarão corrigidos.

A informação ainda não é oficial, mas vem de fontes ligadas à Microsoft em contato com o jornalista Tom Warren, do site The Verge, um dos maiores conhecedores dos meandros da empresa. A decisão pode ser anunciada ainda nesta semana, ou pode ser publicamente ignorada, já que, diferente das edições anteriores do sistema, o marco do RTM já não significa muita coisa.

Isso acontece porque, segundo a própria Microsoft, o Windows 10 será “a última versão do Windows”, que será atualizada com frequência e por um longo tempo, atuando como um serviço, e não como um produto. Assim, não faz muita diferença qual diferença qual build as fabricantes recebem, porque já estão previstas várias atualizações depois dela. Na verdade, a ideia da companhia é que o Windows 10 não fique “pronto” nunca e sempre melhore.

A build final será distribuída inicialmente para quem está testando o Windows 10 na versão Insider Preview. Depois do dia 29 de julho, a Microsoft começará a distribuir a atualização para quem fez a reserva do sistema em seus computadores. Novos computadores com o sistema só devem ser disponibilizados algumas semanas depois do lançamento.

Fonte: Olhardigital – 15-07-2015