Conheça Ada Lovelace, a 1ª programadora da história

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Esta terça-feira, 13 de outubro, é internacionalmente reconhecida como “Ada Lovelace Day”. Mas quem foi esta mulher? Todos devem sua existência no mundo a uma mãe. No mundo da tecnologia, não é diferente. Hoje em dia o mercado é amplamente dominado pelo sexo masculino, com algumas exceções, como Marissa Meyer, no Yahoo, e Meg Whitman, na HP. No entanto, nem sempre foi assim. Uma das personagens mais importantes da história da tecnologia era do sexo feminino.

Ada Lovelace, que dá ao nome ao dia comemorativo celebrado nesta data, é reconhecida internacionalmente como a primeira programadora da história.

Augusta Ada King, nascida em 1815 com o nome Augusta Ada Byron, conhecida como Condessa de Lovelace ajudou o colega, Charles Baggage, no desenvolvimento da primeira máquina de cálculo, além de ser responsável pelo algoritmo que poderia ser usado para calcular funções matemáticas. O trabalho de Ada Lovelace permitiria que a máquina calculasse os números de Bernouilli.

Entre 1842 e 1843, ela criou notas sobre a máquina analítica de Babbage, que foram republicadas mais de cem anos depois. A máquina foi reconhecida como primeiro modelo de computador e as anotações da condessa como o primeiro algoritmo especificamente criado para ser implementado em um computador.

A máquina de Charles Babbage (acima) recebeu o primeiro algoritmo da história, escrito por Ada

A máquina de Charles Babbage (acima) recebeu o primeiro algoritmo da história, escrito por Ada

Única filha legítima do famoso escritor Lord Byron com sua esposa Anne Isabella Byron, Ada teve criação científica desde cedo. Isso porque sua mãe, era uma estudiosa de matemática e desde cedo influenciou sua filha no mesmo caminho, com o objetivo de não deixá-la trilhar a rota “insana” de seu pai na poesia.
Isso porque seu pai não foi exatamente um exemplo. Um mês após o nascimento de Ada, ele deixou sua mãe e, depois de quatro meses, acabou abandonando a Inglaterra para sempre. Ele morreu quando a garota tinha apenas 8 anos. O sobrenome Byron acabou dando lugar ao “King” nos registros após o casamento com o William King-Noel, barão que acabou se tornando o Conde de Lovelace. A partir deste momento, Ada passou a receber o tratamento Condessa de Lovelace.

Lovelace morreu em 1852 de câncer no útero. A máquina que ela ajudou a criar não foi construída durante o tempo de vida da condessa. No entanto, em 1982, uma linguagem de programação estruturada ganhou o nome “Ada” como referência a uma das personagens mais representativas da história da tecnologia.

O dia que celebra o seu legado é celebrado anualmente na segunda terça-feira de outubro. O “Ada Lovelace Day” tem como objetivo lembrar os feitos do sexo feminino nas ciências, tecnologia, engenharia e matemática, assim como encorajar que mais mulheres sigam este caminho.

 

Fonte: OlharDigital – 13/10/2015

Skype passa por instabilidade e fica fora do ar

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O serviço de comunicação online Skype está instável nesta segunda-feira (21). Segundo a empresa, um problema impede que alguns usuários –não só brasileiros, mas do mundo todo– tivessem acesso às contas ou visualizassem as mensagens. Os primeiros problemas com o Skype começaram em torno das 5h20 (horário de Brasília). Por volta das 12h20, a Microsoft informou que teria encontrado “erro” e que já teria iniciado o processo de reconexão e restauração do serviço. Segundo a empresa, a questão não afetou usuários corporativos do Skype.

Mais cedo, em sua conta no Twitter, a empresa alertou: “Estamos trabalhando para corrigir um problema que está impedindo a autenticação de alguns usuários no Skype. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente”.

Usuários de diversos países relataram no Twitter que não conseguiam mudar o status, fazer chamadas ou mesmo iniciar o programa.

 

Fonte: UOL – 21/09/2015

 

É bom usar dois programas de antivírus em um computador?

Aqueles usuários que estão realmente dispostos a proteger seus sistemas e dados das últimas ameaças freqüentemente chegam a uma conclusão: a segurança pode ser reforçada por meio da instalação de dois/três/cinco antivírus produzidos por diferentes fornecedores. Afinal de contas, “Quatro olhos vêem melhor do que dois”, já dizia o ditado. Será que de fato isto gera mais segurança?

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Vou ser curto e grosso: Não! E não é apenas uma questão sobre a concorrência no mercado de antivírus. Várias soluções de antivírus instaladas em um PC funcionarão de forma incorreta por questões puramente técnicas, inclusive se foram criados pela mesma empresa.

Em primeiro lugar, vários antivírus atuando simultaneamente significa inevitavelmente conflitos nos recursos do sistema. O que vai acontecer é que cada um vai procurar ganhar controle sobre uma longa lista de operações: estabelecer conexão de rede, gravação de arquivos, etc. Por outro lado, as consequências podem variar: o sistema pode se tornar muito lento e inoperante ou, inclusive, até mesmo derrubar ambos, o que é bem ruim.

Em vários momentos, eu costumava ver um monte de usuários reclamando de que seu “sistema estava muito lento”. Tradicionalmente, eles alegam que a raiz de todos os males é o nosso produto. Ao examinar o problema em detalhes, descobrimos que tinham instalado vários antivírus de praticamente todos os grandes players do mercado. Para solucionar esse problema, o usuário deve escolher apenas uma solução e se livrar de todo o resto.

Assim mesmo, há casos frequentes de um antivírus detectar arquivos dos concorrentes como infectados. Não é feito de propósito; tudo se resume ao fato de que qualquer AV realiza uma série de atividades “suspeitas” (do ponto de vista dos outros), como controlar outras aplicações. Na verdade, os arquivos do antivírus são seguros e todos os desenvolvedores tentam evitar falsos positivos, mas às vezes as listas de permissões não estão suficientemente completas.

Os produtos da Kaspersky Lab também não são funcionais com antivírus de terceiros. No caso do Kaspersky Internet Security, existe uma lista de aplicativos que não são compatíveis com nosso produto. Como você pode ver na lista, todas as outras soluções dos fornecedores e outros produtos da Kaspersky e plug-ins.

A lista de soluções incompatíveis é dividida em duas partes. Os programas da primeira parte são facilmente eliminados pelo Kaspersky Lab Installer. Para evitar os problemas acima mencionados, recomendo que você aceite a desinstalação dos software incompatíveis com o KIS.

A segunda parte da lista apresenta os produtos que não podem ser instalados automaticamente. Se a instalação do KIS não foi completada com êxito, inclusive logo depois do instalador do Kaspersky Lab ter removido os software em conflito, então verifique se qualquer um dos programas da segunda parte da lista estão instalados no seu sistema. Caso os resultados de busca apresente esses programas, você deve desinstalá-los.

Antes de instalar um novo antivírus, exclua o anterior, com a ajuda de seu próprio utilitário de desinstalação.

No entanto, pode ocorrer que a eliminação de um programa incompatível não possa realizar através dos métodos tradicionais. Nesses casos, cada empresa de antivírus oferece um utilitário de desinstalação do próprio produto. Nos casos em que você sabe que antivírus foi previamente instalado no seu PC, tente baixar o utilitário de desinstalação do site oficial do fornecedor e executá-lo. Para sua conveniência, nós temos listados os utilitários de desinstalação de todos os grandes produtores.

Preste atenção ao seguinte exemplo: um usuário, por algum motivo, chegam à conclusão de que seu PC está infectado. Freqüentemente, em tais circunstâncias, um usuário tende a cometer um grande erro ao instalar versões free/experimentais de várias soluções de segurança para gerenciar a ameaça. Como resultado, o PC fica mais lento devido a vários antivírus que trabalham simultaneamente, enquanto o malware suspeito ainda está foragido. Nesse caso, só a restauração do sistema pode devolver a vida ao computador. Daí a conclusão: nunca faça isso!

“Mas o que eu devo fazer?”, é a pergunta que você deve estar fazendo. Como prioridade, recomendaria que reinicie o sistema no modo de segurança e execute uma varredura completa com o antivírus instalado inicialmente no seu PC. Se você tem certeza que o vírus se esconde no mais profundo de seu sistema, é a forma correta de proceder. Se a verificação completa não encontrou nada, antes que você comece a instalar dez antivírus, recomendamos que você entre em contato com a equipe do suporte técnico da empresa que produziu o seu. Tenho certeza de que irão oferecer o caminho mais seguro para resolver o problema. Isto pode ser um paradoxo, mas na maioria dos casos, a máquina nem sequer estava infectada.

Se voltamos ao provérbio que eu mencionei acima: “Um antivírus é bom, mas dois é ruim”

No entanto, há uma notável exceção a esta regra de ouro. Para aqueles que realmente querem verificar a eficiência do seu antivírus comparando com outro, a Kaspersky Lab oferece uma solução gratuita: Kaspersky Security Scan.

Este aplicativo foi elaborado de forma que permite que ele não interfira nas operações dos outros antivírus e não consuma os recursos do sistema durante a análise. Claro, se você tiver o Kaspersky Anti-Virus ou o Kaspersky Internet Security instalado, não há necessidade de usar o KSS.

 

Fonte: KasperkyLAB 26/08/2015

Propagandas com malware triplicam em um ano

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De acordo com um relatório publicado pela empresa de segurança digital Cyphort, a incidência de propagandas digitais infectadas por arquivos maliciosos triplicou entre junho de 2014 e fevereiro de 2015.

Os arquivos nocivos contemplados pelo estudo são chamados de “malvertising” (mistura de “malware” com “advertising ” [propaganda]). Eles ocorrem quando pequenos programas maliciosos são alimentados a grandes redes de distribuição de publicidade digital, tais como a Doubleclick, do Google.

Quando esses programas maliciosos infectam as redes, usuários que visualizam as propagandas infectadas acabam baixando-os para seus computadores. Os ataques desse tipo comumente infectam computadores explorando falhas do Adobe Flash e ocorrem assim que a publicidade é carregada.

Para media a incidência de “malvertising”, a Cyphort acessou os 100 mil domínios mais acessados segundo a Alexa e contando quantos deles apresentavam propagandas infectadas durante a visita. Como cada usuário que acesse os domínios verá propagandas diferentes, a amostragem é aleatória. No entanto, há uma clara tendência de crescimento no número de propagandas infectadas:

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O número de propagandas infectadas servidas pelos sites saltou de cerca de 125 em junho de 2014 para mais de 400 em fevereiro de 2015. Embora apenas 407 domínios dentre os 100 mil estudados serviram propagandas infectadas, o crescimento rápido e o fato de que grandes redes de propaganda como a do Google e a do Yahoo! foram infectadas tornam a tendência preocupante.

Segundo a Cyphort, o problema central são as vulnerabilidades de softwares como o Flash, que permitem que as redes de distribuição de publicidade sejam afetadas. Programas como o AdBlock, que bloqueiam o recebimento de publicidade nos computadores do usuário, podem oferecer apenas uma solução de curto prazo.

 

Fonte: OlharDigital – 25/08/2015

Pela primeira vez, astronautas irão comer verduras cultivadas no espaço

Os tripulantes a bordo da Estação Espacial Internacional terão um prato muito especial no jantar desta segunda-feira (10): alface vermelha. Pode ser que você coma isso todos os dias no almoço, mas essa será a primeira vez que astronautas irão comer verduras cultivadas no espaço.

Segundo a Nasa, as alfaces vermelhas do cardápio desta segunda foram plantadas pelo astronauta Scott Kelly em 8 de julho e colhidas um mês depois. Mas o experimento é bem mais complexo do que plantar algumas sementes e comê-las após elas crescerem. Como não existe terra na Estação Espacial, os astronautas precisam usar um sistema de agricultura artificial, chamado Veggie.

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A tecnologia usa “travesseiros” pré-fabricados de sementes, colocados sob luzes vermelhas e azuis emitidas por lâmpadas LED. O sistema produz vegetais desde 2014, mas as plantas precisaram ser trazidas de volta à Terra para serem analisadas. A Nasa precisava ter certeza de que os vegetais poderiam ser ingeridos, já que o ambiente da Estação poderia transferir resíduos contaminantes para as plantas.

Agora que a Nasa autorizou o consumo das verduras, os astronautas precisam apenas limpar os vegetais com um líquido especial, que retira eventuais impurezas do alimento. Ainda assim, os tripulantes da Estação Espacial precisam guardar metade do que está no prato para análise em terra.

Além de servir como fonte de nutrientes para longas viagens, as plantações espaciais também podem trazer benefícios para a saúde mental dos astronautas. A Nasa afirma estar monitorando os efeitos desse novo tipo de alimentação no organismo dos tripulantes da Estação Espacial, como preparação para a futura missão até Marte da agência espacial americana.

Fonte: Info Exame – 10/08/2015

Windows 10 está pronto para o lançamento

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O Windows 10 está pronto. A Microsoft optou por selecionar a build 10240 para ser a RTM. Para quem não está familiarizado com siglas de software, a expressão significa “release to manufacture”, que, indica que o sistema está pronto para ser liberado para as fabricantes de computadores instalarem em seus novos produtos.

Para referência, atualmente quem está testando o Windows 10 Insider Preview conhece apenas até build 10166, lançada na semana passada. Será interessante ver se alguns dos bugs graves que o Olhar Digital enfrentou (você pode conferir neste link) já estarão corrigidos.

A informação ainda não é oficial, mas vem de fontes ligadas à Microsoft em contato com o jornalista Tom Warren, do site The Verge, um dos maiores conhecedores dos meandros da empresa. A decisão pode ser anunciada ainda nesta semana, ou pode ser publicamente ignorada, já que, diferente das edições anteriores do sistema, o marco do RTM já não significa muita coisa.

Isso acontece porque, segundo a própria Microsoft, o Windows 10 será “a última versão do Windows”, que será atualizada com frequência e por um longo tempo, atuando como um serviço, e não como um produto. Assim, não faz muita diferença qual diferença qual build as fabricantes recebem, porque já estão previstas várias atualizações depois dela. Na verdade, a ideia da companhia é que o Windows 10 não fique “pronto” nunca e sempre melhore.

A build final será distribuída inicialmente para quem está testando o Windows 10 na versão Insider Preview. Depois do dia 29 de julho, a Microsoft começará a distribuir a atualização para quem fez a reserva do sistema em seus computadores. Novos computadores com o sistema só devem ser disponibilizados algumas semanas depois do lançamento.

Fonte: Olhardigital – 15-07-2015

Pesquisadores buscam soluções para contornar sobrecarga da internet

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Não é só com fim dos endereços de IPv4 que a internet precisa se preocupar. Segundo um artigo publicado pela New Scientist, a infraestrutura de cabos de fibra óptica da qual a web depende também está perto de atingir a capacidade máxima. Pesquisadores, porém, já estão discutindo a melhor forma de contornar esse problema – e inclusive conversaram sobre isso em um encontro realizado na última semana na Royal Society em Londres.

De acordo com a New Scientist, o risco de que a internet atinja o limite de sua capacidade é “real, e causado por um crescimento rápido no consumo de mídia online através de serviços como Netflix e YouTube”. “Mas a física e a engenharia podem nos ajudar a fugir disso”, diz o texto. “A web precisa apenas de alguns poucos ajustes.”

Uma das possíveis formas de resolver a questão envolvia amplificar a intensidade dos sinais transmitidos pelos cabos. O método, porém, não pode ser usado para sempre, porque a partir de certo ponto começa a sobrecarregar as fibras e a comprometer a velocidade da transmissão e a degradar os dados que são recebidos pela outra ponta. E é a esse ponto – um limite que equivale a 100 terabits por segundo – que devemos chegar dentro de cinco anos, nas estimativas de um dos especialistas presentes no encontro.

Como resolver, então? A pesquisadora Polina Bayvel deu a resposta com uma nova técnica para encodar dados de forma “espectralmente eficiente”, explicada em uma pesquisa que saiu ainda em outubro do ano passado. O método é capaz de reduzir os problemas causados pelo efeito Kerr (como é chamada a mudança no índice de refração de um material), e também é útil para resolver a degradação dos dados nos cabos de fibra.

Simplificando, o processo “analisa a interferência na fibra conforme a luz viaja por ela”, segundo a New Scientist. Terminado esse “estudo”, um cálculo para entender a distorção é feito, permitindo que a ponta receptora basicamente “limpe o sinal”. A pesquisa toda está disponível aqui e não é muito fácil de entender, mas Polina afirma no texto que conseguiu inclusive aumentar a distância da transmissão de dados em mais de 2 000 Km.

Outro método vem de David Richardon, da Universidade de Southampton, e envolve a utilização de novas fibras com mais núcleos – ou mais fibras – para transmitir dados. A solução, porém, é mais complexa, pois os cabos são mais frágeis e, consequentemente, mais difíceis de serem estendidos por alguns milhares de quilômetros como acontece com os atuais. Ainda assim, a pesquisa deve ter pelo menos mais cinco anos para avançar.

 

Fonte: OlharDigital – 20/05/2015

Versões piratas do Windows 10 terão marca d’água

Em um post no blog do Windows na última sexta-feira, Terry Myerson, da Microsoft, informou que as versões piratas do Windows 10 mostrarão uma marca d’água na área de trabalho do usuário.

De acordo com Myerson, “quando nós não podemos verificar que o Windows 10 está apropriadamente instalado, licenciado e sem alterações, nós criamos uma marca d’água na área de trabalho para notificar o usuário”.

A finalidade da medida seria, segundo Myerson, impedir que revendedores comercializem máquinas com versões pirateadas do sistema operacional. “Se você encontrar essa marca d’água em uma máquina nova, eu sugiro devolver o dispositivo imediatamente ao revendedor de quem você o comprou e solicitar uma máquina com Windows genuíno”.

A atualização para Windows 10 será gratuita para usuários com versões originais do Windows 7, 8 e 8.1. A empresa, no entanto, disse que continuará a oferecer o Windows 10 original para usuários que utilizem dispositivos em “estado não Genuíno”, e que pretende oferecer “ofertas muito atrativas” para esses usuários.

A empresa alertou também contra o “alto risco de malware, fraude, exposição pública de seus dados pessoais” envolvido no uso de versões piratas do Windows, que “não são suportadas pela Microsoft ou por um parceiro confiável”.

A décima versão do sistema operacional da Microsoft já possui prévias técnicas, que podem ser baixadas por usuários que se unam ao programa Windows Insider.

Microsoft paga até US$ 15 mil para quem achar falha no Project Spartan

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A Microsoft lançou nesta quarta-feira, 22, um programa que oferecerá até US$ 15 mil para quem conseguir encontrar uma falha de segurança desconhecida no Project Spartan, o novo navegador da empresa, já disponível no preview público do Windows 10.

O programa de recompensas começa imediatamente e se encerra no dia 22 de junho, daqui a dois meses. A premiação máxima de US$ 15 mil será destinada apenas a falhas graves e bem documentadas. O valor pode ser menor, dependendo do caso.

A Microsoft procura principalmente falhas de segurança em categorias como execução de código remoto, vulnerabilidade de fuga do sandbox e vulnerabilidade importantes ou de alta severidade.

Além das falhas em seu novo navegador, a empresa também lançou um programa de recompensas para quem conseguir encontrar falhas na plataforma de nuvem Azure e no recém-lançado Sway, serviço de apresentações online.

 

Fonte: OlharDigital – 23/04/2015

26 anos, Parabéns Design Works

Design Works - Feliz Aniversário 26 anos